quinta-feira, 16 de outubro de 2008





Velhas árvores retêm no seu tronco cicatrizes de quem por lá passou e nelas não reparou.
No entanto, por lá permanecem, como guardiãs do lugar sagrado, imortais.
Preservando na memoria os que a olharam, e que um dia a elas se juntaram,


alimentando-as.



Fotografia de Leonor Figueiredo e texto de Bruno Clemente

quinta-feira, 9 de outubro de 2008



Mas a alegria de ver felicidade naqueles momentos suporta a tristeza de não terem passado de um sonho.
Vidros sujos, uma maçã, e a impaciencia...

Quando ja ninguém sabe o que é perder-se dentro de outrém...












Ilustração de Bruno Clemente e texto de Leonor Figueiredo